Impulsionado pelo MCMV, fundo imobiliário oferece dividend yield de 16% ao ano
Alexandre Despontin, fundador e gestor da Mérito Investimentos (Imagem: divulgação)
O fundo imobiliário MFII11, da gestora Mérito Investimentos, vem chamando a atenção por sua estratégia focada em empreendimentos residenciais ligados ao Minha Casa, Minha Vida (MCMV).
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O programa do governo federal tem impulsionado os lucros da construção civil, principalmente desde a criação da chamada faixa 4, voltada para famílias com renda mensal de até R$ 12 mil.
Em entrevista ao Money Times, Alexandre Despontin, fundador e gestor da Mérito, detalhou os impactos do incentivo habitacional dentro do FII.
Segundo o executivo, aproximadamente 60% do portfólio do MFII11 é voltado ao MCMV, o que facilita a identificação do público comprador e garante resiliência independentemente da gestão federal.
“Não importa muito o governo vigente, eles estão sempre incentivando o Minha Casa, Minha Vida. É um cliente e um eleitor muito fiel”, afirma.
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O MFII11 tem como objetivo principal o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários residenciais. Na prática, o fundo compra terrenos, aprova projetos e, posteriormente, realiza a comercialização das unidades.
MCMV em destaque
Impulsionado pelo programa habitacional, Despontin projeta que o FII termine 2025 com cerca de R$ 300 a 350 milhões em VGV (Valor Geral de Vendas), mesmo com a taxa Selic em 15% ao ano.
“Para a faixa de baixa renda, a venda não está muito relacionada aos juros, mas sim à manutenção do emprego do comprador. Se hoje ele está empregado e tem expectativa de continuar empregado, ele compra o imóvel”, diz.
Para o ano que vem, o gestor projeta um crescimento significativo nas receitas do fundo, com a expectativa de alcançar R$ 500 milhões em lançamentos.
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FIIs x Selic
Apesar do bom desempenho da carteira, a cota do MFII11 negocia, atualmente, com deságio de aproximadamente 23% na Bolsa de Valores, com o preço de mercado sobre o valor patrimonial (P/VP) de 0,77.
Para Despontin, o desconto está relacionado ao aumento da Selic e à percepção do investidor sobre risco, já que os resultados do fundo seguem em crescimento.
“A gente sempre nota uma correlação invertida com os juros. Esse movimento de queda dos FIIs depende mais da conjuntura econômica do que dos ativos em si. Quem comprar agora está quase na bacia das almas. Acredito que é uma super oportunidade”, afirma.
“O investidor vai adquirir uma cota a R$ 80, com dividend yield de cerca de 16% ao ano, livre de imposto, e ainda há chance de valorização de até 20% nos próximos seis meses”, continua.
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Dividendos à vista
Além disso, o gestor estima que os lançamentos de 2026 devem gerar caixa nos próximos anos, podendo impactar positivamente os rendimentos aos cotistas futuramente.
“Esses projetos devem dar frutos daqui a um ano e meio, dois anos. Daqui a algum tempo pode haver aumento no dividendo.”
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FonteMoneytimes



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