Ibovespa Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta segunda

Ibovespa hoje
- Boletim Focus: analistas revisam para baixo a inflação pela nona semana consecutiva.
- Investidores avaliam acordo EUA-UE, mercado nacional monitora resposta à tarifa de Trump.
- Tarifaço de Trump tem semana decisiva; perspectiva de acordo com EUA fica distante.
Confira as últimas dos mercados
Kazimir diz ser necessária grande mudança econômica inesperada para BCE cortar juros em setembro
Tarifaço de Trump tem semana decisiva; perspectiva de acordo com EUA fica distante
As tentativas do governo brasileiro de negociar com os EUA, encabeçadas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, têm se mostrado infrutíferas.
Estoque de crédito no Brasil sobe 0,5% em Junho, diz BC
O estoque total de crédito no Brasil subiu 0,5% em Junho sobre o mês anterior, divulgou o Banco Central. No mês, a inadimplência no segmento de recursos livres ficou em 5,0% e o spread bancário no mesmo segmento foi de 31,6 pontos percentuais.
Focus: projeção para o câmbio cai para 2025
- Dólar para 2025: R$ 5,60 (de R$ 5,65)
- Dólar para 2026: R$ 5,70 (sem mudanças)
- Dólar para 2027: R$ 5,70 (sem alterações)
- Dólar para 2028: R$ 5,70 (sem mudanças)
Focus: projeção para o PIB sobe para 2026
- PIB para 2025: 2,23% (sem mudanças)
- PIB para 2026: 1,89% (de 1,88% da semana passada)
- PIB para 2027: 2,00% (sem alterações)
- PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para a Selic continua em 15% para este ano
- Selic para 2025: 15% (sem mudanças)
- Selic para 2026: 12,50% (sem alterações)
- Selic para 2027: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2028: 10% (sem alterações)
Focus: projeção para o IPCA cai para 2025 e 2026
- IPCA para 2025: 5,09% de 5,10% da semana passada
- IPCA para 2026: 4,44% de 4,45%
- IPCA para 2027: 4,00% (sem alterações)
- IPCA para 2028: 3,80% (sem mudanças)
Ministra da Economia da Alemanha diz que acordo comercial entre UE e EUA será um desafio
A ministra da Economia da Alemanha, Katherina Reiche, disse que o acordo comercial da União Europeia com os Estados Unidos oferece segurança em tempos difíceis, embora a tarifa de 15% seja um desafio para as empresas. “O acordo, com sua tarifa básica de 15%, é certamente algo que nos desafiará. Mas o lado bom do acordo é que ele oferece segurança”, disse Reiche. Ela acrescentou que agora é importante esclarecer rapidamente como o acordo será implementado e garantir que a Alemanha possa confiar no fato de que o acordo firmado na noite de domingo será mantido.
Acordo comercial oferece segurança em tempos de incerteza, diz Von der Leyen, da UE
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou neste domingo que a tarifa básica de 15% sobre produtos importados da União Europeia para os Estados Unidos deve ser aplicada a automóveis, semicondutores e produtos farmacêuticos. Ela também afirmou que uma tarifa zero por zero foi acordada para certos produtos estratégicos, incluindo aeronaves e peças de aeronaves, certos produtos químicos e certos medicamentos genéricos. Não foi tomada nenhuma decisão sobre a tarifa para vinhos e bebidas alcoólicas, acrescentou. “O acordo de hoje cria certeza em tempos incertos, proporciona estabilidade e previsibilidade”, disse von der Leyen a jornalistas antes de deixar a Escócia.
EUA e China iniciarão novas discussões sobre prorrogação da trégua tarifária
As principais autoridades econômicas dos Estados Unidos e da China retomarão as negociações em Estocolmo nesta segunda-feira para tentar resolver as disputas econômicas de longa data no centro de uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, com o objetivo de prorrogar a trégua por três meses. As negociações começarão nesta segunda-feira em Rosenbad, o escritório do primeiro-ministro sueco no centro de Estocolmo, disse uma fonte familiarizada com o planejamento das negociações. As bandeiras nacionais da China e dos EUA estavam sendo hasteadas no prédio. A China enfrenta o prazo de 12 de agosto para chegar a um acordo tarifário duradouro com o governo do presidente Donald Trump depois que Pequim e Washington chegaram a acordos preliminares em maio e junho para encerrar semanas de escalada de tarifas “olho por olho” e questões sobre minerais de terras raras. Sem um acordo, as cadeias globais de oferta podem enfrentar uma nova turbulência com as tarifas dos EUA voltando a níveis de três dígitos, o que equivaleria a um embargo comercial bilateral.
Trump suspende controle de exportação de tecnologia para a China, diz Financial Times
Segundo jornal, EUA buscam evitar atritos para viabilizar reunião entre Trump e Xi Jinping – e, enquanto isso, beneficiam a Nvidia.
UE concordou em reduzir tarifa de importação de automóveis para 2,5% como parte de acordo com EUA, diz autoridade do bloco
A União Europeia concordou em reduzir suas taxas de importação de automóveis para 2,5% como parte do acordo comercial entre o bloco e os Estados Unidos, disse uma autoridade da UE nesta segunda-feira.
Barris de petróleo sobem 1% e minério de ferro recua 1%
Os preços do petróleo sobem depois que os EUA chegaram a um acordo comercial com a UE e podem estender uma pausa tarifária com a China, reduzindo as preocupações de que taxas potencialmente mais altas limitariam a atividade econômica e impactariam a demanda por combustível. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa nesta segunda-feira.
- Petróleo WTI, +1,12%, a US$ 65,89 o barril
- Petróleo Brent, +1,08%, a US$ 69,18 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,75%, a 786 iuanes (US$ 109,87)
Mercados da Europa avançam após anúncio de acordo com os EUA
Os mercados da Europa atingiram nesta segunda-feira a máxima em quatro meses, impulsionados por um novo acordo comercial entre Estados Unidos e União Europeia. O pacto reduz a tarifa básica sobre a maioria das importações europeias para 15%, uma queda significativa em relação à ameaça anterior do governo Trump de aplicar uma taxa de 30%. O acordo também prevê que o bloco europeu invista cerca de US$ 600 bilhões em projetos nos Estados Unidos.
- STOXX 600: +0,55%
- DAX (Alemanha): +0,25%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,02%
- CAC 40 (França): +0,56%
- FTSE MIB (Itália): +0,90%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, com os investidores aguardando mais detalhes das negociações comerciais entre os EUA e a China, que deveriam começar em Estocolmo no final do dia. As negociações serão lideradas pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e pelo vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng. Bessent disse à Fox Business que espera uma extensão da trégua comercial durante as negociações, que, segundo ele, incluirá uma gama mais ampla de tópicos, como as compras de petróleo da Rússia e do Irã por Pequim.
- Shanghai SE (China), +0,12%
- Nikkei (Japão): -1,10%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,68%
- Nifty 50 (Índia): -0,63%
- ASX 200 (Austrália): +0,36%
Confiança do Construção cai em julho
O Índice de Confiança da Construção (ICST) do FGV IBRE recuou 1,3 ponto em julho, para 92,7 pontos, menor nível desde junho de 2021 (92,3 pontos). Na média móvel trimestral, o índice cedeu 0,3 ponto, mantendo a tendência de baixa.
EUA: índices futuros avançam com acordo com a União Europeia
A segunda-feira (28) começa com alta no pré-mercado americano, impulsionada por um novo acordo comercial entre Estados Unidos e União Europeia. Os investidores também se preparam para a decisão de juros do Federal Reserve na quarta-feira (30), com expectativa de manutenção da taxa e foco nos sinais sobre os próximos passos da política monetária. Ao longo da semana, o mercado ainda acompanha a divulgação do payroll de julho e os balanços de gigantes da tecnologia, como Amazon, Apple, Meta e Microsoft, após a Alphabet, dona do Google, ter surpreendido positivamente na semana passada.
- Dow Jones Futuro: +0,08%
- S&P 500 Futuro: +0,16%
- Nasdaq Futuro: +0,31%
INCC-M sobe 0,91% em julho
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,91% em julho, abaixo da taxa de 0,96% observada no mês anterior. A tendência de aumento nos custos do setor de construção é reforçada pela taxa acumulada em 12 meses, que atingiu 7,43%. Esse resultado representa um avanço expressivo em comparação com julho de 2024, quando o índice acumulava alta de 4,42% no mesmo período.
Abertura de mercados
Investidores globais demonstram otimismo nesta segunda-feira após os Estados Unidos e a União Europeia anunciarem um acordo comercial no fim de semana, encerrando meses de tensões entre os dois parceiros, enquanto no Brasil o foco continua na resposta do governo à ameaça tarifária do presidente Donald Trump. Trump anunciou no domingo que os EUA e a UE chegaram a um acordo que inclui uma tarifa de 15% sobre os produtos europeus exportados aos EUA, além de compras significativas de energia e equipamentos militares norte-americanos por parte do bloco europeu. Já a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, que se encontrou com Trump na Escócia, afirmou que o pacto comercial terá tarifas zeradas para certos produtos estratégicos, incluindo aeronaves e peças de aeronaves, certos produtos químicos e certos medicamentos genéricos. Na cena doméstica, o mercado nacional segue de olho na tentativa do governo brasileiro de evitar a imposição de tarifa de 50% pelos EUA a partir de 1º de agosto, com as autoridades do país encontrando dificuldades para abrir canais de diálogo com os líderes da maior economia do mundo. Em meio ao cenário, as atenções se voltarão mais tarde para a cerimônia de sanção e regulamentação do Programa Acredita Exportação, às 16h, que terá participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Na agenda de dados e balanços, os investidores ainda analisarão a nota de política monetária do Banco Central e o relatório mensal da Dívida Pública, ambos relativos a junho, além do resultado trimestral da Telefônica (VIVT3) após o fechamento dos mercados. (Reuters)
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FonteInfomoney



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